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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Não Olhe por Entre a Fresta

As verdades se mostram mentiras; 
Desafortunados e suas angustias; 
Exploradores em sua busca; 
O sol que ora ilumina, agora me ofusca; 

A vida pertence a quem luta? 
Prefiro, o ócio; 
Usufruir dos artifícios da mente astuta; 
Essa é a verdade absoluta; 

Sou do dia, o equinócio; 
Sou a hora certa, do momento propício; 
No ano novo, os fogos de artifício; 
O contrato, mesmo rasurado, que se torna vitalício; 

A verdade se tornam mentira; 
Quando se conhece, o fim da linha; 
O rei que mesmo destronado, demonstra sua simpatia; 
Reverenciando a modéstia; 

Que ora convence ora molesta; 
Aproveite a vida que lhe resta; 
A outra vida que lhe impuseram, acredite, não presta; 
Não olhe por entre a fresta...