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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Tão Seu Quanto Meu



Podes me chamar de seu, que por inteiro sou meu;

Sou meu confundido, fundido no fogo da alma, paixão esta que tanto me acalma;

Me afundo no amor e não me afogo na água;

Sou peixe a nadar, sou pássaro a voar;

Sou livre a viver;

Sou meu e tão seu, que às vezes me confundo;

São meus olhos ou os olhos do mundo;

Que enxergam a pureza de quem não quer ter certeza;

São meus os versos e são teus meus olhos de amor;

Nessa fusão de amor e sintonia;

Que meus versos cantados e dançados se confundem com o ardor da melodia ;

Na esperança de um dia nossos corpos confundirmos;

A ponto de não sabermos qual de nós e um só;

Entrelaçados de amor, como fez o marinheiro seu nó;

De você eu só quero amar te amar para sempre e sem dó.